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Tomate

TOMATES EM SISTEMAS HIDROPÔNICOS

Matéria escrita por Adriano Delazeri, consultor e professor da Hidroponic.

            Sempre associado a culinária italiana, o tomate é de origem americana, a que tudo indica, fazia parte da alimentação dos p ovos Incas, Maias e Asteca. Da família das Solanaceae, mesma da beringela e batata, o tomate (Solanum lycopersicum) é um fruto, pois origina-se do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes quando fecundada.


            O Brasil segundo a FAO (Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas) ocupa a 9ª posição em produção mundial superando 3.300 mil toneladas.


            Sendo o segundo cultivo olerícola mais importante, a maior parte da produção é destinada a mesa, é uma cultura com elevado risco econômico e grande complexidade.  Altas temperaturas, excessos de chuva, solos mal drenados, mudas de baixa qualidade,  pragas,  doenças e mão de obra não qualificada são “inimigos” da cultura. Sua produção é melhor no clima tropical de altitude. Regiões de serra e planalto, com altitudes superiores a 1.000 m. Pode ser  cultivado em clima subtropical ou temperado, desde que seco e com alta luminosidade.     Na cultura do tomate o ataque de doenças e pragas esta ligado ao clima, temperatura e umidade elevada estão associadas a doenças, sendo muito problemática em climas tropicais úmidos.


            É plantado em todo o Brasil menos nos estados de Amapá e Alagoas e tendo o estado de Góias como maior produtos superando a produção de 870mil toneladas seguido por São Paulo, Minas e Rio de Janeiro,  o Rio Grande do Sul ocupa a 11ª posição com pouco menos de 100mil toneladas. O resultado desta distribuição está relacionada também a produtividade por hectare, enquanto a produtividade de Goiás fica em torno de 77 t/ha, em São Paulo, Minas e Rio de Janeiro é de 67 t/ha no Rio Grande do Sul é de 38 t/ha. Em países como Espanha e Japão, se obtém em estufas climatizadas produção próximas a 500 t/ha ao ano. Em casos há destacar temos, no Brasil, produtores e sistemas de cultivo com rendimento superior 130 ton/ha, cultivo no solo em estufas e sistemas hidropônicos em estufa.


Hidroponia uma solução viável para o tomate


            Hidroponia é uma técnica de cultivo, onde não se faz a utilização de solo, dentro de estufas. Os nutrientes que a planta precisa para desenvolvimento e produção são fornecidos somente por água enriquecida (solução nutritiva) com os elementos necessários: nitrogênio, potássio, fósforo, magnésio etc., dissolvidos ou seja, os vegetais são cultivados em uma solução liquida de adubos ou em um substrato inerte (areia, casca de arroz, perlita,...) que substitui o solo, irrigado.

           A palavra hidroponia vem dos radicais gregos hydro = água e ponos = trabalho. Apesar de ser uma técnica relativamente muito antiga, o termo hidroponia só foi utilizado pela primeira vez pelo Dr. W. F. Gerke, em 1930.Basicamente qualquer água potável para consumo humano serve para hidroponia.  


        Entre as Vantagens temos: produção de melhor qualidade: pois as plantas crescem em um ambiente controlado, o tamanho e a aparência de qualquer produto hidropônico são sempre iguais durante todo o ano; trabalho mais leve e limpo, fora de intempéries; menor quantidade de mão-de-obra; não é necessária rotação de cultura; alta produtividade e colheita precoce; não utilização de defensivos ou ao menos, diminuição drástica, pois longe do solo não temos necessidade de aplicar nenhum defensivo de solo, e como a planta tem um desenvolvimento controlado, fica mais resistente á todas as pragas e doenças. Maximização do aproveitamento da água e nutrientes, em hidroponia utilizamos um quinto da água normalmente utilizada em um cultivo a campo, com isto também os adubos são melhor aproveitados e temos ainda a maior duração dos vegetais pós-colheita, por ser um produto de alta sanidade, apresenta mais resistência ao transporte e exposição, até a chegado ao consumidor final.


Mercado de olho no sabor


           O mercado tem valorizado sensivelmente a aparência e o sabor, tomates longa vida tem caído da preferencia do consumidos e consequentemente o seu preço de  venda, atualmente os produtos de melhor sabor e cultivados sem defensivos tem alcançado melhores valores de comercialização. O tomate cultivado em hidroponia preenche todas estas características, aceita cultivos com grande adensamento, com o controle da adubação e irrigação podemos elevar o grau brix, enquanto o tomate tradicional possui grau brix entre 4 e 5, no tomate hidroponico podemos chegar a doçura entre 6 e 8 graus brix, aproximando do que seria normal ao tomate cereja. As próprias características do cultivo hidroponico diminuem a utilização de defensivos com isto ganha se em qualidade, diminuição dos custo de mão de obra e insumos.  


           A produtividade do tomate é resultado de diversos fatores: variedade, condução em uma ou mais hastes, adensamento, tutoriamento.  Entre as variedades temos: Santa Cruz, tradicional na culinária, utilizado em saladas e molhos e de formato oblongo; Caqui, utilizado em saladas e lanches, de formato redondo; Saladete, utilizado em saladas, de formato redondo; Italiano, utilizado principalmente para molhos, podendo ainda fazer parte de saladas, seu formato é tipicamente alongado; cereja, utilizado como aperitivo, ou ainda em saladas; é o tomate industrial utilizado pela indústria para processamento.

          E comum cultivos em mais de uma haste, duas ou três e até quatro, o que diminui o custo da semente, mas que também compromete a qualidade e uniformidade dos frutos, pois o sistema de raízes não consegue suprir suficientemente as plantas. Principalmente porque os cultivos são feitos com mudas transplantadas que resulta que mais de 60% das raízes ficam em torno de 10 cm de profundidade, no cultivo hidroponico o aporte de nutrientes e favorecido e cultivos com mais de uma haste só esbarram na limitação de luminosidade, sendo comum a condução em duas hastes.

         Adensamento e tutoriamento estão intimamente ligado a quantidade de hastes do cultivo e o tempo que queremos conduzir o cultivo. No Japão, em cultivos hidroponicos, com super adensamento de até 12 plantas por m2, cultivando só até o primeiro cacho, em um ciclo de 69 dias, aproximadamente, tem se conseguido produtividade de  500 toneladas por hectare ano. Como o tomate é uma planta não sensível ao foto período, em hidroponia e em estufa, onde o clima e ameno mesmo no inverno, e sem geadas, podemos fazer dois cultivos por ano o que eleva a produtividade até a mais de 260 toneladas por hectare.

O custo desse plantio é muito alto? análise do seu custo-benefício.
    Os custo de produção de um hectare, do tomate tradicional a campo,  foi de aproximadamente R$ 40,000,00 para uma produtividade de 68 toneladas por hectare, já o custo para a produção em estufa o valor foi de aproximadamente R$ 42,000,00 para uma produtividade de 130 toneladas por hectare. Como vemos o custo de produção a campo é de R$ aproximadamente R$0,59 por quilo enquanto em estufa o valor cai para próximo de R$ 0,32 o quilo um vantagem de 82% mais lucrativa. Mas temos de levar em conta o custo da estufa, mesmo considerando sua durabilidade em mais de 10 anos o valor de uma estufa, segundo levantamentos feitos em 2010, fica entre R$ 11,00 e R$ 46,00 m2. Considerando o valor mais alto, dividindo por 2 cultivo anuais e considerando a duração da estufa em 10 anos, o aumento no custo do quilo fica  em aproximadamente R$ 0,18 o quilo o que resulta no valor final R$ 0,50 o quilo, mesmo assim uma lucratividade de mais de 18% em relação ao tomate tradicional. Mesmo considerando o custo inicial a vantagem salta aos olhos, e ainda temos de considerar duas questões, uma é o fato de ser um produto com menos defensivos e qualidades nutricionais superiores, que elevam o preço de comercialização, a outra é que o cultivo pode ser feito durante todo o ano, mesmo em regiões onde o clima não permite.


Em média, qual a produtividade do tomate de mesa produzido em campo aberto?
Rio Grande do Sul  38 t/ha
São Paulo, Rio de Janeiro e Minas algo em torno de 67t/ha
Goiás 77 t/ha
A média mundial fica na faixa de 27t/ha

É possível produzir dez vezes mais com o cultivo protegido?
             Na verdade podemos alcançar e é alcançado em ambiente protegido produção na faixa de 450t a 500 t por hectare. Mas certas condições devem ser observadas, em um exemplo de caso para cultivo em ambiente protegido e ambiente climatizado,  em sistema NFT com condução da planta só no primeiro cacho, depois de colocado no sistema e cultivado por 69 dias em uma densidade de 12 plantas por m2, a produtividade foi de 10kg por m2 por ciclo. Considerando 5 ciclos por ano da uma produção na faixa de 500t/há.
Em cultivos em vasos de 11 litros com sistema de fertirrigação, sistema semi-hidropônico, cultivo em substrato. Com adensamento, condução de duas hastes por planta e cultivo até o 9 cacho em dois cultivos por ano uma produção de 260t/ha

Que técnicas são necessárias para essa produção?
Para uma produtividade destas são necessários: Mudas ou sementes de alta qualidade, nutrição feita por fertirrigação,  o controle ambiental, adensamento e um excelente controle fitossanitário. Podemos utilizar duas técnicas uma produção em vasos com gotejamento ou em hidroponia no sistema NFT.

Para ganho significativo de produtividade de tomate de mesa qual a estrutura física necessária?
           Um ambiente protegido, com sistema de  aquecimento para regiões onde a temperatura fica a baixo dos 15 ºC e um sistema que mantenha a temperatura máxima do ambiente em 35ºC. O melhor sistema de arrefecimento ainda é a ventilação, tem menor custo e produz uma melhora na temperatura interna da estufa em mais de 40%

Como deve ser a estufa para melhor receber a produção de tomate?Qual deve ser a altura do pé direito da estufa?
          Temos basicamente dois tipos de tomateiro: tipo indeterminado e tipo determinado, Estes dois tipos constituem dois tipos de culturas completamente diferentes.
As variedades altas (indeterminadas) são mais apropriadas para culturas com um período de colheita prolongado. Continuam a desenvolver-se após a florescência. Esta característica denomina-se `indeterminada'. Embora, sob condições tropicais, o desenvolvimento possa parar devido a doenças e ataques de insetos. As plantas têm, geralmente, uma folhagem mais abundante. Por conseguinte, reduz-se a temperatura dentro da cultura e os frutos crescem à sombra das folhas. Como os frutos estão assim cobertos, não são danificados pela luz do sol e amadurecem mais lentamente. Um amadurecimento mais lento e uma razão folhas/frutos elevada melhoram o sabor dos frutos e aumentam a doçura. Os tipos altos deverão ser suportados por uma armação.

         Os tipos determinados suportam-se, geralmente, por si mesmos e não precisam de serem tutorados. Os tipos determinados param o seu desenvolvimento depois da florescência. Como as suas necessidades de mão-de-obra são mais reduzidas, o seu uso é comum nos cultivos para processamento. Têm uma frutificação relativamente concentrada dentro de, apenas, duas ou três semanas e os seus frutos amadurecem com muito maior rapidez do que os dos tipos indeterminados.  Contudo, existem também variedades de tomateiro de porte semi-determinado.
 

            Para a produção em estufa damos preferencia para o tipo indeterminado. Por conta disto a estufa tem de ter uma estrutura com um mínimo de 3,5m, a planta cresce bastante, mas ideal são estruturas com 5m de pé direito. Resultam um ambiente com melhor controle ambiental.
A estufa também deve contar com fechamento lateral com tela, para evitar a entrada de insetos

A planta vai ao chão ou em vaso?
A planta cultivada no chão esta sujeita a um grande variedade de pragas e doenças de raiz o que torna muito vantajoso a implantação em vasos.

O que ventilação zenital? Qual a importância disso para a produção de tomate em estufa?
Basicamente é uma abertura na parte superior da estufa de forma a favorecer a saída de calor de forma natural. Uma forma de baixar a temperatura da estufa sem custo de energia. Não tem importância direta para a produção, é uma ferramenta para aproximar as características  ambientais as ideais para o cultivo do tomate.


Quanto ao manejo fitossanitário, detalhe passo a passo como deve ser.
Considerando o cultivo em vasos ou sistemas NFT ficamos livres das pragas de solo, para tanto o monitoramento da água que é usada em irrigação e muito importante para prever contaminações. E a utilização de telas de fechamento para a cultura libera da infestação de insetos voadores, como a Tuta Absoluta, mesmo assim é comum o aparecimento de TRIPS, pulgão e mosca branca e ácaros , o controle químico seguem recomendações técnicas com a utilização de produtos consorciados e alternados para a não surgimento de insetos resistentes. A cultura também tem a necessidade da aplicação de fungicidas para o controle do Míldio e Oídio.

Qual o tipo de irrigação recomendado? Por quê?
A irrigação por gotejamento de uma solução de adubos completa com macros e micros nutrientes.
A irrigação por gotejamento é a melhor por irrigação por aspeção por conta do molhamento das folhas e aumento da umidade interna da estufa favorece o aparecimento de doenças.
As principais vantagens do gotejamento, comparativamente à aspersão, são:
Maior produtividade: 20-40% de incremento de produtividade (110-140 t/ha).
Menor gasto de água: por não molhar toda a superfície do solo e apresentar maior eficiência de irrigação, utiliza até 30% a menos de água.
Menor incidência de doenças foliares: por não molhar a folhagem e os frutos, favorece menor incidência de doenças da parte aérea, reduzindo perdas na produção e na qualidade de frutos
Maior flexibilidade no uso da fertirrigação: os fertilizantes são aplicados via água, junto às raízes das plantas, em regime de alta freqüência conforme as necessidades das plantas.

No México a produção de tomate de mesa em estufa é muito comum?
             Na verdade o que se destaca na produção Mexicana é a qualidade e a grande tecnologia aplicada na produção, mas em alguns lugares. Mas o que foi assunto ressente foi um acordo entre o México e os EUA para a exportação por parte do México. Pois o produto com sabor mais doce, resultado da tecnologia e da maturação na planta, estava prejudicando a venda dos produtores americanos. Depois de longa discussão a secretaria de Economia do México afirmou em um comunicado que as duas partes assinaram o Pacto de Preços, conforme acordado em 2 de fevereiro, este novo acordo substituiu o acordo bilateral que estava em vigor desde 1996 e que o governo dos EUA suspendeu em setembro passado, depois da pressão de produtores da Flórida, que argumentavam que os tomates mexicanos eram vendidos a preços abaixo do custo de produção.
Os países que se destacam na produção são a Belgica e a Holanda com produtividade de 450t/há, por produção em estufa climatizada.

Informações extras

Requisitos para realizar um cultivo bem sucedido
Adapta-se melhor em clima tropical de altitude. Regiões serranas e de planalto, com altitudes superiores a 1.000 m;
• Também desenvolve-se em clima subtropical ou temperado, seco com luminosidade elevada;
• O ataque de pragas e doenças está diretamente ligado ao clima;
• A tomaticultura é problemática em climas tropicais úmidos:
– Temperatura elevada + umidade = doença.

TEMPERATURA:
– Tem efeito marcante desde a germinação até a colheita;
– O tomateiro é exigente em termoperiodicidade diária, com diferença de 6 - 8°C entre elas:
•T° diurna amenas – 21 a 28 °C
•T° noturnas menores – 15 a 20 °C
•T° excessivas, diurnas ou noturnas, constituem fator limitante, prejudicando a frutificação e o pegamento dos frutos (abortamento).
•T° amenas diurnas favorecem a polinização e a produtividade;

 CLIMA
–T°baixas retardam a germinação das sementes, a emergência das plântulas e o crescimento vegetativo;
–A qualidade dos frutos é sensivelmente afetada pela temperatura, especialmente a coloração, e o licopeno (pigmento responsável pela cor vermelha) tem sua formação inibida sob temperaturas elevadas.
–Por outro lado, sob temperaturas elevadas continua a formação do pigmento caroteno (cor amarela);
– Os extremos térmicos, nos dois sentidos, ocasionam a queda de frutinhos e flores e a incidência de outras anomalias fisiológicas.
– T°< 13 °C
• Metabolismo alto, folhas endurecidas, coloração púrpura (igual deficiência de P), baixa germinação;
– T°< 8 °C
• A planta paralisa o crescimento, porém tem volta;
– T°< 3 °C
• A planta morre (forma cristais de gelo dentro das células)
– T°> 30 °C
• A planta não desenvolve bem. Fica mais leve, peso seco baixo, folhas e caules finos, internódios mais espaçados (alongamento celular), inserção da 1ª penca mais alta, perda de coloração da folha.

• INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA FECUNDAÇÃO:
– T°< 13 °C = Estigma não receptivo (queda de flor);
• Queda de flor – não houve fecundação
• Queda de flor por baixa T°- visível a partir de 3 dias.
– T°< 13 °C = Pólen inviável – não há fecundação (queda de flores):
• A queda de flores ocorre pela constância de baixas temperaturas por dias ou por várias horas.
– T° constante > 30 °C = O estigma cresce acima do cone estaminal – não ocorre a polinização.
–T°= ou > 35 °C = Pólen inviável ou o estigma cresce muito.




 

  

PRINCIPAIS DESORDENS FISIOLÓGICAS DO TOMATE 


1.  MORTE DO MERISTEMA APICAL

a) Com reínicio de crescimento com brotação lateral - Queda brusca de temperatura (vento frio) geada.

b) Sem reínicio de crescimento (planta compacta) - Queda brusca de temperatura + excesso de N + falta de Ca.

 

2.  BIFURCAÇÃO DE PENCAS

Queda ou flutuação brusca de temperatura - Balanço N, Ca, K

Muda  sob alta temperatura
Transplantio  sob baixa temperatura; 
Bifurcação de pencas;   
      
3.  PEGAMENTO DESIGUAL DOS FRUTOS

Temperatura alta (38º C) -Temperatura baixa (13º C)-Afetam a viabilidade dos grãos de pólen

Pobre ou não pegamento de sementes
Queda das flores ou pegamento dos frutos
Má formação de placenta e tecido gelatinoso

Alguns frutos crescem e outros não na mesma penca. Frutos pitanga

Cultivares

 

4.  FRUTO OCADO

Temperatura alta (38º C)

Temperatura baixa (13º C)

Afetam a viabilidade dos grãos de pólen

Pobre ou não pegamento de sementes

Queda das flores ou pegamento dos frutos

Má formação de placenta e tecido gelatinoso

Alguns frutos crescem e outros não na mesma penca. Frutos pitanga

Excesso de N e posição na planta

Cultivares

 

5.  FRUTOS MAL FORMADOS


Balanço Ca, K, N na planta

Alta temperatura
Baixa temperatura

Alta umidade no solo e ar

Aeração deficiente

Fruto: deformações diversas

Caule: achatamento e divisão do caule

 

6.  PODRIDÃO APICAL

Balanço Ca, K, N na planta

Alta temperatura e ar seco
Alteração brusca da umidade do solo

Doenças do sistema radicular V, F, N

Falta de Ca no solo

Alta salinidade do solo

Cultivares

 

7.  PAREDE BRANCA OU ESCURA DOS FRUTOS

Nitrogênio alto

Potássio baixo

Alta umidade do solo e ar

Baixa luminosidade

TMV

Mosca branca

Cultivares

 

8.  RACHADURA DOS FRUTOS

a)  Concêntrica

b)  Radical

Grande alternância de temperatura

Períodos de rápido crescimento do fruto com excesso de umidade no solo

Crescimento inicial do fruto sob baixa umidade do solo e seguida de

irrigações pesadas durante a maturação dos frutos

 

9.   ENROLAMENTO DAS FOLHAS

Relação folhas/frutos:

Folhas    /     Frutos   :   +      enrola,   -   não enrola

Desbrota

Vírus

 

10.  QUEIMADURA DOS FRUTOS

Excesso de sol nos frutos       

Cultivares

 

11.  PLANTAS CAIPIRAS OU BROTADEIRAS

Crescimento da planta mais rápido que o normal, com exagerada brotação  lateral. Grande número de flores/cacho e presença de ramos bem mais finos que o normal. Frutos de tamanho menor.

Desordem varia de acordo com cultivares, dentro de uma mesma cultivar e dentro de lotes de sementes semeadas em diferentes épocas sob condições diversas.

Condições durante e logo após a germinação, especialmente intensidade luminosa e temperatura  contribuem para induzir a esse distúrbio.

Temperaturas altas     +  Baixa intensidade luminosa

Temperaturas baixas   +  Alta intensidade luminosa

 

 

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